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Atividade de Simulado - 15/04/2021

Leia a resenha a seguir e responda às atividades 01, 02, 03, 04 e 05.

Drama inspirado em história real faz chorar com lealdade entre um cachorro e seu dono

Marcelo Forlani/ 24.12.2009/ 11h00

Atualizada em 21.09.2014/ 13h56

Acredito que todo mundo que vai ao cinema deve ter ouvido a frase “o cachorro morre no final”, quando alguém queria fazer uma gracinha sobre o filme Marley e Eu. Bom, sem querer fazer piada, mas pensando em preparar o espírito de quem está escolhendo o que assistir já adianto que Sempre ao seu Lado (Hachiko – A Dog’s Story, 2009) também vai te fazer chorar. Muito! E não é porque o cachorro morre no final. É bem antes que as primeiras lágrimas vão começar a sorrateiramente se alojar nos cantos dos olhos, para depois correr em cascata. Mas o filme também vai te fazer sorrir e refletir sobre o nosso dia a dia e as relações que realmente interessam.

O longa é uma adaptação de uma história real, que aconteceu no Japão no início do século. Hachiko é o nome de um cachorro da raça akita que ficou famoso em todo o país depois que apareceu em reportagens de jornais que contavam sua história de lealdade ao seu dono, um professor da Universidade de Tóquio. Todos os dias Hachiko acompanhava seu amigo até a estação de trem e estava lá quando ele voltava para casa.

A história deste cachorro virou uma lenda no Japão e foi usada em escolas e casas para ensinar às crianças a importância da lealdade entre amigos. Serviu também para despertar no país uma onda de criações de akitas, raça pura japonesa que estava cada vez menos popular. Há hoje na estação de Shibuya uma estátua de Hachiko, no lugar onde ele ficava esperando seu dono voltar.

Na versão estadunidense da história, Hachiko continua sendo um akita. Ele é achado quando ainda é um filhote em uma estação na periferia de Nova York pelo professor universitário Parker Wilson (Richard Gere), que o leva para casa. No início, sua esposa (Joan Allen) se recusa a adotar o novo morador, mas é tocada pela cativante relação entre os dois.

Um personagem que faz a ponte entre as duas versões explicando um pouco da mentalidade e crenças japonesas é o também é um professor universitário Ken (Cary-Hiroyuki Tagawa). Ele explica ao amigo que talvez não tenha sido ele quem achou Hachiko, mas sim que o cão o escolheu como seu dono. É ele também que explica que “hachi” é o numeral japonês para oito, um número especial, que simboliza a ligação entre os planos terrenos e espirituais.

A direção do sueco Lasse Hällstrom (Regras da Vida, ChocolateO Vigarista do Ano) carrega no drama, incorporando elementos tipicamente ocidentais que certamente não estiveram na versão japonesa do filme, Hachiko Monogatari, sucesso de 1987. É o caso da brincadeira de pegar a bolinha, que Ken explica ser algo completamente sem sentido para Hachi. “Cachorros japoneses não pegam a bolinha apenas para agradar seu dono ou ganhar um biscoito“, explica Ken em um prenúncio para uma das cenas mais emocionantes do filme. Nessa hora, pode deixar o jeito machão de lado e pegar aquele lenço de papel que estava no bolso desde Marley e Eu. Acredite, você vai precisar. E se ao acender das luzes vierem te perguntar alguma coisa, despiste dizendo que você é alérgico a cachorros.

Imagem disponível em < https://www.amazon.com.br/Sempre-Ao-Seu-Lado/dp/B07CNSP9VN> Acesso em 29 de mar. de 2021.Disponível em < https://www.omelete.com.br/filmes/criticas/critica-sempre-ao-seu-lado> Acesso em 29 de mar. de 2021.

1. Segundo o autor, o que deixa o telespectador envolvido na história é

(A) a reflexão.

(B) o bom enredo.

(C) a emoção.

(D) o sofrimento.

2. Há uma opinião em

(A) “O longa é uma adaptação de uma história real.”

(B) “Um personagem que faz a ponte entre as duas versões…”

(C) “… também vai te fazer chorar. Muito!”

(D) “Todos os dias Hachiko acompanhava seu amigo até a estação de trem…”

3. No fragmento: “… a bolinha apenas para agradar seu dono ou ganhar um biscoito”, a palavra grifada estabelece ideia de

(A) intensidade.

(B) modo.

(C) afirmação.

(D) alternância.

4. No trecho “Mas o filme também vai te fazer sorrir e refletir sobre o nosso dia a dia” a palavra grifada foi utilizada com o intuito de

(A) acrescentar uma ideia nova.

(B) opor à oração anterior.

(C) concluir o que havia dito anteriormente.

(D) fazer uma explicação para o leitor.

5. Marque V ou F nos parênteses sobre o gênero resenha:

A) (    ) O gênero circula em diferentes veículos de comunicação tais como jornais, revistas, blogs, vlogs e pode estar voltada a diferentes públicos.

B) (   ) Como um gênero textual, uma resenha nada mais é do que um texto em forma de síntese que expressa a opinião do autor sobre um determinado fato cultural, que pode ser um livro, um filme, peças teatrais, exposições, shows etc.

C) (   ) Resenha não tem título.

D) (   ) Na resenha não é preciso recomendar a obra resenhada.

 Leia os textos, a seguir e, após analisá-los, responda à atividade de número 06. 

 TEXTO 1

Imagem disponível em <https://www.rolnews.com.br/noticia/rolim-de-moura-secretaria-de-meio-ambiente-lanca-campanha-de-preservacao-do-patrimonio-natural> Acesso em 29 de mar. de 2021.

TEXTO 2

Imagem disponível em <https://www.blogdedaltroemerenciano.com.br/wp-content/uploads/2011/12/greenpeace.jpg> Acesso em 29 de mar. de 2021.
 

6. Esses dois textos têm em comum a abordagem sobre

(A) a defesa dos interesses sociais.

(B) a luta contra a poluição de ambientes internos.

(C) o cuidado com o meio ambiente.

(D) o retorno financeiro da sustentabilidade

Leia o texto, a seguir, e responda às atividades 07, 08, 09 e 10.

Massa boa é massa fresca

Os pais de um italianinho eram donos de uma trattoria do interior da Itália. Isso há décadas e décadas. Comida simples, tradicional, lugar pequeno, pratos deliciosos.

Certa vez, enquanto o menino brincava no balcão e seu pai assumia as caçarolas, um turista que degustava a massa viu um ratinho passar no salão. “O que é isso?!”, exclamou o cliente. Sem reação e também surpreso, o italiano improvisou:

“Essa é a Suzi. Mora aqui com a gente!”.

Problema resolvido. O turista aceitou a desculpa esfarrapada de pronto e pai e filho sorriram com olhares cúmplices.

Disponível em < https://www.correiobraziliense.com.br/app/noticia/revista/2010/07/15/interna_revista_correio,202635/massa-boa-e-massa-fresca.shtml> Acesso em 25 de mar. de 2021.

Vocabulário:

Trattoria – restaurante italiano.

7. Nesse texto, qual é o fato que motiva a narrativa?

(A) Os pais do italianinho ter um restaurante.

(B) Um ratinho passar no salão do restaurante.

(C) O turista degustar uma massa.

(D) O menino brincar no balcão.

8. Na frase ““Comida simples, tradicional, lugar pequeno, pratos deliciosos.”, a palavra destacada no trecho acima foi utilizada para substituir a palavra

(A) balcão.

(B) Itália.

(C) restaurante.

(D) salão.

9. O humor desse texto está no fato de

(A) o narrador observar os clientes do restaurante para escrever.

(B) o turista sair indignado e esbravejando do restaurante.

(C) o pai e o filho sorrirem cúmplices de toda situação.

(D) O italiano improvisar na resposta sobre o rato e o turista aceitá-la.

10. No trecho “O que é isso?!”, os pontos de interrogação e exclamação sugerem

(A) aborrecimento.

(B) surpresa.

(C) indiferença.

(D) teimosia.

Leia o texto, a seguir, e responda às atividades 11, 12, 13, 14 e 15.

A TECNOLOGIA


Acordei cedo. Sem o que fazer naquela manhã, resolvi ir à praça da minha localidade. Antes, um espaço sem construção, cavalos amarrados nas estacas esperando seus donos que assistiam à missa. Hoje, observava o pouco movimento da comunidade, alguns poucos carros, motos e os pássaros que insistiam em alegrar aquela manhã nos pés de cajueiros.

Com o vento lambendo meu rosto e um calor de mil graus em plena manhã, percebi um casal de idosos que acabara de sentar naquele banco quase quebrado. Acho que esperavam algum transporte para ir à cidade, já que precisamos nos deslocar do nosso pacato lugar para resolvermos nossos problemas.

Ele parecia meio que revoltado, algo o intrigava. Aproximei-me sem despertar sua atenção, descobri que falava de internet. Não era bem essa palavra que ele fazia uso, mas desvendei que esse era o assunto. Ele dizia para aquela senhora que ouvia suas inquietações:

– Esse povo de hoje só vive nesse tal de facebook.

– Verdade. A minha neta ganhou de presente um celular e agora não faz outra coisa, senão cutucar aquele troço. Não gosto disso! Falou aquela senhora.

Entre tantas conversas naquele banco da praça, o senhor então resolveu amenizar o tom do diálogo:

– Me recordo da dona Toinha que comprou uma televisão e resolvi ir a sua casa para vê-la depois de tantas conversas na vizinhança sobre a novidade. Saí correndo desesperado tropeçando os pés no batente da porta da casa quando a vi funcionar.

– É o ônibus!

– Vamos então.

– O importante é valorizar e respeitar esta nova tecnologia, afinal, não podemos fazer nada para detê-la, apesar dela tanto nos ajudar.

– Cuidado com o batente, não vá bater o pé de novo!

– Claro que não! Aquela cena chamou minha atenção, pois percebi como a tecnologia influencia diretamente na vida das pessoas, jovens ou idosos.

E se você leitor, gostou do meu texto e se interessou por ele, posso te enviar pelo e-mail, afinal, hoje tudo depende apenas de um clique.

Nacélio Simoa

Disponível em https://armazemdetexto.blogspot.com/2019/01/cronica-tecnologia-nacelio-simoa-com.html Acesso em 31 de mar. de 2021. Imagem disponível em https://www.targethost.com.br/tecnologias-para-modernizar-a-empresa/ Acesso em 31 de mar. de 2021

11. Segundo o texto, o homem se aproximou para ouvir a conversa. Que diálogo de um dos personagens abaixo revela o assunto da conversa entre os moradores?

(A) “- É o ônibus.”

(B) “- Vamos então.”

(C) “- Me recordo da dona Toinha que comprou uma televisão…”

(D) “- Esse povo de hoje só vive nesse tal de facebook…”

12. Na fala da personagem: “… senão cutucar aquele troço.”, o que podemos compreender sobre o cotidiano vivido por aquela senhora?

(A) Ela faz uso das tecnologias apesar de não gostar.

(B) Ela demonstra repúdio com o uso de algumas tecnologias.

(C) Apesar de detestar a tecnologia, ela apoia claramente o seu uso por familiares.

(D) Aborrece quem faz uso das tecnologias.

13. Qual é a ideia central do texto? 

(A) Cavalos na praça.

(B) A invenção da televisão.

(C) A influência da tecnologia na vida das pessoas.

(D) O celular como presente.

14. “Saí correndo desesperado tropeçando os pés no batente da porta da casa quando a vi funcionar.” A palavra em destaque se refere a

(A) porta.

(B) batente

(C) televisão.

(D) casa.

15. Na frase: “Não era bem essa palavra que ele fazia uso, mas desvendei que esse era o assunto.” A palavra em destaque introduz uma

(A) oposição.

(B) explicação

(C) conclusão.

(D) adição.

Leia a campanha publicitária, a seguir, para responder às atividades 16, 17, 18 e 19.

Imagem disponível em <https://bombeiros.to.gov.br/noticia/2012/6/13/bombeiros-apoiam-a-campanha-da-sesau-no-dia-mundial-do-doador-de-sangue/> Acesso em 30 de mar. de 2021

16. Qual é o público-alvo do anúncio publicitário?

17. O texto utiliza alguns recursos linguísticos que representam a linguagem persuasiva da propaganda. Quais?

(A) Os verbos salve, doe e procure.

(B) O uso de uma imagem qualquer.

(C) A imagem da moça.

(D) O logo que representa o Brasil.

18. O uso da imagem que compõe o texto tem a função de

(A) apenas ilustrar a campanha para deixá-la mais divertida para as crianças.

(B) convencer o público sobre a importância de as mulheres doarem sangue. (C) persuadir o público-alvo, pois a garota pousa os dedos sobre a veia, que é por onde se doa sangue.

(D) chamar a atenção para a campanha de vacinação.

19. Qual o tema da campanha acima?

Se possível, clique aqui para baixar ou imprimir a atividade!