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Aula 2 – História – 9 º Ano - 01/04/2020

OI PESSOAL!!! TUDO BEM?

VAMOS ANALISAR UMA CHARGE?


Disponível em: https://escolaeducacao.com.br/coronelismo/ acesso 26/03/2020

Pesquise nos meios que você tem à disposição, converse com as pessoas de sua casa, que você mantém contato, sobre o que eles sabem sobre o coronelismo em Goiás e em sua cidade e escreva um texto no seu caderno sobre as práticas que dominou a política brasileira durante a República Velha e refletiram na política do Estado de Goiás e em sua cidade.

Acesse o link a seguir, leia atentamente o texto e observe a imagem.

http://www.multirio.rj.gov.br/index.php/component/content/article?id=2911:administracao-pereira-passos-o-bota-abaixo acesso 26/03/2020

Os inúmeros problemas de infraestrutura da capital federal eram temas recorrentes na imprensa da jovem República. Após a leitura do texto faça uma leitura da primeira imagem ilustrativa deste texto e identifique as contradições que ela retrata e escreva um pequeno texto em seu caderno. Cite no texto quais eram as principais ações do projeto chamado Embelezamento e Saneamento da Cidade e pesquise sobre o preço e as principais consequências desta modernização.

PARA FINALIZAR NOSSA AULA UM TEXTO REFLEXIVO SOBRE A CHEGADA DOS IMIGRANTES NO BRASIL.

A chegada dos imigrantes

SOUSA, Rainer Gonçalves. “A chegada dos imigrantes”; Brasil Escola. Disponível em: https://brasilescola.uol.com.br/historiab/a-chegada-dos-imigrantes.htm. Acesso em 26 de março de 2020.

No Segundo Reinado, percebemos que as estruturas das relações de trabalho no Brasil foram sofrendo importantes transformações. Mediante a insistente pressão das autoridades britânicas, o governo imperial foi incorporando ações que impediam a expansão do trabalho escravo. Já com a expressa proibição do tráfico negreiro, em 1850, os grandes cafeicultores foram tendo enormes dificuldades para adquirir mão de obra capaz de suprir a sua demanda.

Uma das primeiras alternativas lançadas para tal impasse foi o chamado tráfico interprovincial de escravos. Nesse caso, os grandes fazendeiros da região sudeste adquiriam os escravos ociosos localizados na região nordeste. A disponibilidade dessa mão de obra ocorreu devido à crise agrícola que atingiu os produtores nordestinos, principalmente pela diminuição do preço obtido na comercialização da cana de açúcar, do algodão e do fumo.

Segundo algumas estimativas, essa prática foi responsável pelo deslocamento de aproximadamente 200 mil escravos pelo território brasileiro. Contudo, essa solução logo se mostrou ineficaz com a crescente expansão das lavouras de café. Em pouco tempo, a grande demanda por escravos acabou os transformando em uma mercadoria de alto valor que encurtava o lucro dos cafeicultores. Dessa forma, o emprego da mão de obra imigrante europeia se transformou na alternativa mais barata e viável.

O primeiro a empregar a mão de obra assalariada dos europeus foi o senador e fazendeiro Nicolau de Campos Vergueiro. Entre os anos de 1847 e 1857, ele trouxe várias famílias de origem portuguesa, alemã, suíça e belga para trabalharem em sistema de parceira. Nesse tipo de acordo, o proprietário de terras pagava todas as despesas com a viagem e a acomodação dos empregados. Ao chegar aqui, o colono estrangeiro trabalhava até saldar suas dívidas e participava nos lucros obtidos na plantação.

Em pouco tempo outros fazendeiros copiaram essa mesma estratégia na obtenção de mão de obra. Vale destacar que, acostumados com a exploração dos escravos, muitos cafeicultores impuseram condições de trabalho desvantajosas aos colonos. A partir da década de 1870, a entrada de trabalhadores europeus no Brasil passou a ser oficialmente organizada pelo governo. Aproveitando das conturbações políticas no Velho Mundo, o império propagandeava as oportunidades de trabalho existentes no Brasil.

Além de atender uma demanda econômica, a entrada de imigrantes no Brasil integrava um ambicioso projeto de engenharia social dos intelectuais dessa época. Tomando a Europa como um grande modelo a ser copiado, muitos pensadores e políticos acreditavam que a imigração abriria portas para o gradual “branqueamento” da população brasileira. Nesse sentido, projetava-se a expectativa racista de diminuir a “negativa” presença de negros e mulatos na formação do povo brasileiro.

Os primeiros imigrantes chegaram ao Brasil para trabalhar em sistema de parceria nas

lavouras de café.

Disponível em: https://brasilescola.uol.com.br/historiab/a-chegada-dos-imigrantes.htm acesso 26/03/2020.

NOSSA AULA CHEGOU AO FINAL! LOGO, LOGO TEREMOS MAIS!

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