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O Brasil e suas relações internacionais na era da globalização – 9º ano – 4ª quinzena – 3º corte – AULA e IMPRESSÃO - 19/10/2020

Rascunho - Olá pessoas | Comics Português Amino

 

Hoje, vamos conversar sobre o Brasil e suas relações internacionais na era da globalização!!

 

Globalização no Brasil

        A Globalização no Brasil perpassa por uma série de fatores históricos e geográficos. Pode-se dizer que desde que os europeus chegaram ao que hoje é chamado de território brasileiro, o Brasil está inserido no processo de Globalização. Entretanto, o consenso é que somente a partir da década de 1990 que a Globalização passou a ter um maior impacto na economia brasileira.

               A maior influência da Globalização no Brasil demarcou também a adoção de um modelo econômico que visava à mínima intervenção do Estado na economia, chamado de Neoliberalismo. Com isso, intensificou-se o processo de privatizações das empresas estatais e a intensa abertura para o capital externo.

                O Brasil também deixou de ser denominado como país de terceiro mundo, uma vez que essa divisão deixou de ser adotada. Passou-se a dividir o mundo em países do Norte (desenvolvidos) e países do Sul (subdesenvolvidos). O que não mudou foi a dependência econômica e a condição de subdesenvolvimento em que o país se encontrava.

             Com a abertura de capitais, houve maior inserção das indústrias e companhias multinacionais no Brasil. Elas aqui se instalaram para ampliar o seu mercado consumidor e, também, para buscar mão de obra barata e maior acesso às matérias-primas. Isso acarretou uma maior produção de emprego, porém com condições de trabalho mais preconizadas. Além disso, observou-se também a instalação de indústrias denominadas “maquiladoras”, uma vez que todo o processo produtivo se fazia em outros países e apenas a montagem dos produtos era feita nacionalmente. O intuito das empresas era driblar os impostos alfandegários e diminuir os custos de produção, uma vez que a mão de obra em países subdesenvolvidos como o Brasil costuma ser mais barata que nos países desenvolvidos.

           Em linhas gerais, o que se pôde observar com a Globalização do Brasil foi a construção de uma contradição: de um lado, o aumento de emprego e a produção e venda de maior número de aparelhos tecnológicos, já do outro, o aumento da precarização do trabalho e da concentração de renda, sobretudo nos anos 1990 e início dos anos 2000.

             A década de 1990 marcou a expansão da globalização no Brasil, acompanhada da expansão ideologia econômico-social neoliberal, pautada na política de ampla abertura comercial no mercado externo, corte de gastos públicos, flexibilização da acumulação de capital e das frentes de trabalho (toyotismo), privatização (transferência de empresas públicas para o setor privado) e a intensificação da presença de multinacionais no país.

Disponível:< https://mundoeducacao.uol.com.br/geografia/globalizacao-no-brasil.htm> acesso 10 de setembro de 2020. [adaptado]

 

Atividades

 

1. O processo de Globalização consolidou-se no Brasil a partir da década de 1990, tendo como principais características as questões a seguir. Marque V(Verdadeiro) e F (Falso/FAKE):

a) (  ) Expansão do sistema econômico neoliberal

b) (  )Frente de ampla abertura comercial para o mercado externo

c) (  )Flexibilização das frentes de trabalho

d) (  ) Transferência de patrimônio privado para o poder público

Disponível:< https://exercicios.mundoeducacao.uol.com.br/exercicios-geografia-brasil/exercicios-sobre-globalizacao-no-brasil.htm#resposta-343> acesso 10 de setembro de 2020. [adaptada]

 

2. A maior influência da Globalização no Brasil demarcou também a adoção de um modelo econômico. Elabore um pequeno texto dissertando sobre os seguintes questionamentos:

• Como se chama este modelo?

• Esse modelo ainda prevalece até os dias de hoje?

• Como ele funciona?

 

Se possível assista este vídeo complementar:https://www.youtube.com/watch?v=Bq9Hx3ExFR8&t=22s

https://www.youtube.com/watch?v=Bq9Hx3ExFR8&t=22s
 

Leia o texto a seguir: 

 

Diretas Já

Praça da Sé, região central de São Paulo, em um comício pelas Diretas Já.

           As Diretas Já foi um movimento popular ocorrido entre os anos de 1983 e 1984 que defendia a aprovação, no Congresso Nacional, da Emenda Constitucional 05/1983, proposta pelo deputado federal Dante de Oliveira (PMDB/MS) para a realização de eleições presidenciais diretas em 1985. Foi um movimento que reuniu diversas lideranças políticas, artistas, intelectuais e que realizou diversos comícios em várias capitais brasileiras. Era a primeira vez desde 1968 que a população se mobilizava para ir às ruas fazer manifestação.

 

Contexto histórico das Diretas Já

          O movimento das Diretas Já está inserido historicamente no processo de abertura política iniciado durante o Governo Ernesto Geisel (1974-1979). Foi uma abertura “lenta, gradual e segura”, ou seja, controlada pelos militares. Ao mesmo tempo que se permitia maior liberdade de ação dos opositores à ditadura, esse movimento era contido caso os militares percebessem que a “segurança nacional” fosse abalada.

        Em 1978, o Ato Institucional número 5 foi extinto e, no ano seguinte, a Anistia foi assinada, permitindo o retorno dos brasileiros que saíram do país para fugirem das perseguições políticas. O sistema bipartidário foi substituído pelo pluripartidarismo. Vários partidos foram criados, como o PMDB, PT, PSC, entre outros. O general João Figueiredo (1979-1985) deu continuidade à política de abertura.

        A economia brasileira não estava passando por bons momentos. A inflação bem como a dívida externa trouxeram problemas para as finanças do país. O reflexo disso foi o encarecimento do custo de vida da população, que já demonstrava sua insatisfação com a ditadura militar. Essa insatisfação foi canalizada nas manifestações pelas eleições diretas. A sociedade brasileira estava exausta com os desmandos dos militares no poder.

         Em 1982, ocorreram as primeiras eleições estaduais diretas dos últimos dezessete anos. Vários políticos que estiveram no exílio e que foram anistiados participaram dessas eleições, como Leonel Brizola, que foi eleito governador do Rio de Janeiro. Outros políticos que se opuseram à ditadura dentro do Brasil também participaram e foram eleitos em vários estados, como Franco Montoro, em São Paulo, e Iris Rezende, em Goiás. O apoio desses governadores foi fundamental na realização dos comícios das Diretas.

 

Lideranças políticas e artistas reuniram-se em São Paulo durante um comício pelas Diretas

 

Desfecho das Diretas Já

          A “Emenda Dante de Oliveira” foi votada pelo Congresso Nacional no dia 25 de abril de 1984. A população que ativamente participou dos comícios pelas Diretas agora aguardava o resultado. A votação foi transmitida ao vivo pela televisão. Porém, mesmo com a abertura política a todo o vapor, os militares queriam exercer a sua força arbitrária.

      “O que os políticos do Estado temiam acontecera. Goiânia saiu da euforia do comício de 12 de abril para o buraco da ressaca e da depressão seis dias depois, quando foi decretado o temido Estado de Emergência. Algumas garantias individuais não valiam durante o ato baixado pelo governo federal para evitar manifestações e tumultos durante a votação das diretas. Nesse que pode ser considerado o recrudescimento final do governo militar – o último esperneamento do sistema –, os únicos políticos autorizados a entrarem em Brasília naqueles dias eram os deputados federais e senadores. Aos demais que tentassem, o decreto de emergência previa detenção.

         A mobilização das Diretas fez com que se criasse um ambiente de expectativa para a votação da emenda no Congresso. Por isso, os militares fizeram de tudo para controlar a entrada de pessoas em Brasília. Como Goiânia é próxima à capital federal, as medidas impositivas do governo tiveram maior efetivação.

        Apesar de todo o apoio que teve, a emenda não foi aprovada no Congresso. Durante a votação, estavam presentes 479 parlamentares e, para a emenda ser aprovada, eram necessários 320 votos. A Emenda “Dante de Oliveira” teve 298. Faltavam apenas 22 votos para atingir os 2/3 necessários. Quando o resultado foi divulgado, os apoiadores da emenda sentiram-se frustrados. Com o arquivamento da emenda, a sucessão do General João Batista Figueiredo (1979-1985) seria indireta, pelo Colégio Eleitoral. O povo só iria eleger o novo presidente em 1989.

 

Mudanças sociais e políticas após as Diretas Já

        A Diretas Já!  foi o primeiro grande movimento popular desde 1968, logo após a publicação do Ato Institucional número 5. Durante 15 anos, não aconteceu nenhum movimento igual no Brasil. Os instrumentos de força e violência da ditadura não apenas calaram as vozes dos opositores, mas também impediram a mobilização de manifestações contrárias ao governo.

        Esse movimento trouxe de volta a participação de políticos que estavam no exílio ou que lutaram contra a ditadura por aqui. Os artistas também voltaram a se manifestar politicamente sem temor de censura. Questões como o voto direto e a redemocratização trouxeram de volta o debate político para o público em geral. Além disso, jogou luz sobre a realidade brasileira ao denunciar os desmandos do governo militar e a grave crise econômica que o país vivia. Boa parte do apoio recebido da população ao movimento das Diretas foi pelo inconformismo com a situação econômica brasileira, que levava desemprego, fome e miséria para os mais pobres.

         Com a rejeição da “Emenda Dante de Oliveira”, a sucessão do governo Figueiredo foi realizada pelo voto indireto. Tancredo Neves, pela oposição, e Paulo Maluf disputaram as eleições no Colégio Eleitoral. Tancredo foi um dos principais líderes das Diretas e saiu do governo de Minas Gerais para se candidatar à Presidência. Ele conseguiu unir em torno da sua candidatura um arco bem amplo de alianças, que possibilitou a sua vitória nas eleições indiretas de 15 de janeiro de 1985, tornando-se o primeiro civil eleito após o golpe de 1964. Mesmo não alcançado seu objetivo principal, o movimento Diretas Já teve colaboração importante no fim da ditadura e na formação da Nova República.

        A Emenda Dante de Oliveira, que perdeu na votação da Câmara, defendia, assim como muitos movimentos da sociedade civil, as eleições diretas para presidente, ou seja, o povo iria às urnas eleger democraticamente o próximo presidente. Como a emenda foi recusada, as eleições que foram feitas como transição do regime da Ditadura civil-militar para a democracia, foram eleições indiretas, ou seja, o novo presidente foi eleito pelo colégio eleitoral.

Disponível:< https://mundoeducacao.uol.com.br/historiadobrasil/diretas-ja.htm> acesso 10 de setembro de 2020.(adaptado)

 

Se possível assista este vídeo complementar:

https://www.youtube.com/watch?v=rieUrcCk6P4
 

3- A respeito do movimento das Diretas Já, é correto afirmar que ele

a) (  ) defendeu o retorno das eleições presidenciais diretas em 1985.

b) (  ) reforçou o poder militar e a importância da ditadura para o bem do Brasil.

c) (  ) não contou com a participação de políticos anistiados em 1979.

d) (  ) teve pouca adesão popular, sendo históricos os fracassos e os esvaziamentos dos seus comícios.

Disponível:< https://mundoeducacao.uol.com.br/historiadobrasil/diretas-ja.htm> acesso 11 de setembro de 2020. (adaptada)

 

4- A Emenda Dante de Oliveira, que perdeu na votação da Câmara, defendia, assim como muitos movimentos da sociedade civil, as eleições diretas para presidente. Pensando nisso, escreva um parágrafo identificando as diferenças entre eleições diretas e eleições indiretas?

 

5- “Diretas já” foi um movimento político de cunho popular que teve como objetivo a retomada das eleições diretas ao cargo de presidente da República no Brasil. O movimento começou em maio de 1983 e foi até 1984, tendo mobilizado milhões de pessoas em comícios e passeatas. Em 25 de abril de 1984, a emenda constitucional das eleições diretas foi colocada em votação. Porém, para a desilusão do povo brasileiro, ela não foi aprovada e em 15 de janeiro de 1985, ocorreram eleições indiretas, sendo eleito o primeiro presidente civil após o regime de Ditadura Militar (1964-1985), que foi

a) (  )Tancredo Neves.

b) (  ) Fernando Collor de Melo.

c) (  ) João Figueiredo.

d) (  ) Fernando Henrique Cardoso

Disponível:< https://www.qconcursos.com/questoes-de-concursos/questoes/e51088cb-31> (adaptada)

 

Leia o texto a seguir:

Racismo no Brasil

        Antes de falar de racismo, devemos nos atentar para uma distinção conceitual importante: racismo, discriminação e preconceito não são, exatamente, a mesma coisa. Preconceito é um julgamento sem conhecimento de causa, ou seja, julgar algo ou alguém sem antes conhecer. Discriminação é o ato de diferenciar, de tratar pessoas de modo diferente por diversos motivos. Já o racismo é uma forma de preconceito ou discriminação motivada pela cor da pele ou origem étnica. Pensando na extensão dos conceitos, o racismo está dentro dos conjuntos “preconceito” e “discriminação”, mas não os esgota.

          O racismo não se manifesta de maneira única, podendo ocorrer, principalmente, de três maneiras:

     Quando há crime de ódio ou discriminação racial direta: essa forma de manifestação do racismo é mais evidente. Trata-se de situações em que pessoas são difamadas, violentadas ou têm o acesso a algum tipo de serviço ou lugar negado por conta de sua cor ou origem étnica.

       Quando há o racismo institucional: menos direta e evidente, essa forma de discriminação racial ocorre por meios institucionais, mas não explicitamente, contra indivíduos devido a sua cor. São exemplos dessa prática racista as abordagens mais violentas da polícia contra pessoas negras e a desconfiança de agentes de segurança e de empresas contra pessoas negras, sem justificativas coerentes. Um bom exemplo da luta do racismo institucional são os protestos de Charlottesville, nos Estados Unidos, em 2017, devido à conduta criminosa de policiais que mataram negros desarmados e rendidos em abordagens, além de agirem com violência desnecessária.

         Quando há o racismo estrutural: menos perceptível ainda, o racismo estrutural está cristalizado na cultura de um povo, de um modo que, muitas vezes, nem parece racismo. A presença do racismo estrutural pode ser percebida na constatação de que poucas pessoas negras ou de origem indígena ocupam cargos de chefia em grandes empresas; de que, nos cursos das melhores universidades, a maioria esmagadora — quando não a totalidade — de estudantes é branca; ou quando há a utilização de expressões linguísticas e piadas racistas. A situação fica ainda pior quando as ações ou constatações descritas são tratadas com normalidade.

          No Brasil e em outros países que utilizaram a mão de obra escrava, o racismo resulta, principalmente, da colonização e da escravidão. No dia 13 de maio de 1888, a promulgação da Lei Áurea proibiu a escravidão, mas não foram criadas políticas de inserção dos negros recém-libertos no mercado de trabalho e na educação.

         Além dessa situação, os ex-escravos ainda esbarraram no problema da fome e da moradia, visto que muitos perderam, do dia para a noite, as condições mínimas de subsistência das quais dispunham enquanto eram escravizados. Na passagem do século XIX para o século XX, é que podemos situar, então, o momento em que o racismo se instalou em uma sociedade que já não poderia manifestar seus anseios racistas legalmente de maneira explícita, mas os manifestava de outras formas. Como medida de coerção da cultura e dos hábitos dos negros, por exemplo, foi proibida, por decreto localizado no Código Penal de 1890, a prática e a difusão da capoeira, uma arte de origem africana.

Disponível:< https://mundoeducacao.uol.com.br/sociologia/racismo.htm> acesso 10 de setembro de 2020. (adaptado)

 

6- Faça uma análise da charge a seguir e elabore um breve texto sobre:

Charge disponível:https://ponte.org/charge-negros-sao-as-maiores-vitimas-da-violencia/ . Acesso em: 14 de set. de 2020.

a) Quais tipos de preconceitos a charge representa?

b) Sobre qual realidade a charge está falando?

c) Você se identifica com esta charge?

 

7. Com base no texto identifique as diferenças entre racismo, discriminação e preconceito. E escreva com suas palavras um breve relato sobre estas diferenças.

 

Leia o texto a seguir:

Feminicídio no Brasil

        Segundo o Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (IPEA), entre 2007 e 2011, ocorreu, em média, um feminicídio a cada uma hora e meia no Brasil, o que resultou em um total de 28.800 feminicídios registrados no período. O Mapa da Violência de 2015 aponta a ocorrência de 13 feminicídios por dia no Brasil contra os 16 apontados na amostragem do IPEA de 2007 a 2011.

       A maior parte desses crimes é praticada por homens que vivem ou viveram com a vítima, sendo namorados, parceiros sexuais ou maridos. Além dos altos índices de feminicídio, existem ainda muitos casos de estupro e lesão corporal gerada por violência doméstica.

       Diante de tantos dados de crimes cometidos contra as mulheres e do fato de o Brasil ocupar o quinto lugar no ranking de violência contra a mulher (ficando à frente de países árabes em que a Lei Islâmica é incorporada no sistema legal oficial), é necessário pensar a origem de tanta violência.

      Como afirmam algumas teorias feministas, a origem dessa violência está na cultura patriarcal e misógina que ainda permeia a nossa sociedade. Esse tipo de cultura somente pode ser revertido com políticas que promovam a educação, a igualdade de gênero e a fiscalização da lei, além de leis, como a Lei Maria da Penha e a Lei do Feminicídio, que criminalizam e propõem punições específicas e mais severas para quem pratica crimes de violência contra as mulheres.

Disponível:< https://brasilescola.uol.com.br/sociologia/feminicidio.htm> acesso 10 de setembro de 2020. (adaptado)

 

LGBTfobia no Brasil

       Os dados sobre a intolerância contra a comunidade LGBT no país são alarmantes. Conforme o relatório “Mortes violentas da população LGBT no Brasil”, do Grupo Gay da Bahia, foram registradas 420 mortes de lésbicas, gays, bissexuais e transexuais no ano passado, sendo 320 homicídios.

        Isso significa que a cada 20 horas uma pessoa com uma dessas orientações sexuais morre de forma violenta vítima da LGBTfobia.

A organização inclusive apontou que o Brasil é o país “campeão mundial de crimes contra as minorias sexuais”.

         O relatório e o gráfico mostram que, desde 2000, houve aumento significativo no número de mortes de LGBTs causadas pela discriminação. Naquele ano, foram registradas 130 mortes, já em 2010 esse número saltou para 260 e em 2017, atingiu-se o número recorde de 445 mortes.

    Outro monitoramento, da Rede Trans Brasil, também revelou dados preocupantes: 150 transgêneros foram assassinados vítimas da transfobia em 2018. E só nos três primeiros meses deste ano, 23 já foram mortos.

       Para mudar a situação dos crimes homotransfóbicos no país, o antropólogo e fundador do Grupo Gay da Bahia, Luiz Mott, destacou algumas soluções emergenciais. Entre elas:

 

“A educação sexual e de gênero para ensinar aos jovens e à população em geral o respeito aos direitos humanos e cidadania dos LGBTs e a aprovação de leis afirmativas que garantam a cidadania plena, equiparando a homofobia e transfobia ao crime de racismo”.

 

Disponível:< https://querobolsa.com.br/revista/luta-contra-a-homofobia-tudo-o-que-voce-precisa-saber-sobre-o-tema> acesso 11 de setembro de 2020.(adaptado) 

 

Se possível assista este vídeo complementar:https://www.youtube.com/watch?v=gSk0JFYvi9o

https://www.youtube.com/watch?v=gSk0JFYvi9o
 

8. Leia a tirinha abaixo:

Disponível em: https://www.instagram.com/tirinhadearmandinho. Acesso em 14 de Set. de 2020.

 

Na tirinha que você leu, o personagem Armandinho conversa com seu pai sobre o Preconceito. O pai do menino compara o preconceito à

a) (   ) um desrespeito

b) (   ) um sofrimento

c) (   ) uma doença

d) (   ) um desvio de caráter

Disponível:<https://brainly.com.br/tarefa/24202252> acesso 11 de setembro de 2020. (adaptado)

 

Você pode imprimir esta aula, se você desejar.

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